sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

A semente possível

tenho a luz na algibeira
e restos de um país em

construção.
na areia as estrelas morrem cegas
enquanto desenho sonhos
na infância longínqua.
há sempre uma fala de búzios
possível na linha de água
com os peixes e os segredos das

escamas
em conciliábulos de sombras
onde um feixe de luz sussurra
a nítida claridade.

josé félix in o outro lado da fala

2 comentários:

José disse...

eu agradeço
há sempre alguém com a guarda da palavra dos outros.

josé félix

poetas_lusófonos disse...

É um prazer ser a guardiã de belas palavras, Félix.
Grande beijo,
asta